quarta-feira, 4 de junho de 2014

De mãos dadas: a direita e a esquerda

Os caminhos parecem cortados quando não damos noticias, não aparecemos. No retiro comigo, faço um caminho que não terminará. Dei a mão direita à esquerda, as minhas. Deixei-as dialogar e em silêncio observei-as. Trouxe as mãos de criança até às minhas mãos de adulta e deixei-as livres para darem o seu melhor.
Até breve!

terça-feira, 16 de dezembro de 2008

...

Deixa a circunstância... atende ao objecto

quarta-feira, 19 de novembro de 2008

Orientação interrompida?

Vislumbro, num relance quase invisível, o caminho... De repente, vem a encruzilhada...
Digo: "É isto, caramba!".. E logo me vem a frustração de não ter podido apanhar a borboleta...
Esta nesga de luz que foge, tem o condão de não me desencorajar, apenas de me abater momentaneamente. Mais um buraco no caminho... Que seria dele senão tivessemos que tropeçar? Perderia o valor, ou melhor, perderiamos a vontade de continuar.
Hoje houve um "acidente na estrada", bem grande, quanto a mim. Não, não podemos deixar de ter a tocha que ilumina a estrada... essa tocha apagou-se... encontrarei a chama para a acender? Virá de novo alumiar?
Sentem o mesmo?

Os únicos actores do Universo são o Sofrimento e a Extinção



Há só Sofrimento,

não há sofrimento.

Não há agente, só há a acção.

O Nirvana é, mas não

aquele ou aquela que o

procura,

O Caminho existe, mas não

aquele ou aquela que por lá vai.

(Visuddhi Magga, 16)

O Sofrimento sempre


O sofrimento advém de expectativas goradas. Realmente só podemos contar connosco. A solidão é uma segurança para quem não tem amigos verdadeiros.

quinta-feira, 13 de novembro de 2008

A nossa condição de corpo


No fundo somos todos humanos, não só no potencial para as atitudes que causamn sofrimento mas tambén na sua concretização. Se até os monges, apesar de toda a meditação, têm atitudes de ego mimado. Não sei o que pensar, sentir em relação a isto.
Será que esta nossa condição terrena não nos deixa chegar à verdadeira ILUMINAÇÃO sem largarmos o corpo, ou seja, sem morrermos?
Apenas podemos aspirar a uma aproximação?
Se assim for, já vale a pena

terça-feira, 11 de novembro de 2008

Indefinição

Mais um momento de decisões... depois da tempestade... o tufão!!!!

Falou-se em "determinação e confiança no orientador" (Aragão dixit)... E, das sábias palavras, depreendo: isto não é só entusiasmo momentâneo.. caminho pressupõe continuidade.
Dependendo das experiências de vida dos participantes deste blog, falo por mim ( aliàs a Helena Avelar- Bé, não te zangues!- já me tinha dito "você faz pouco, mas quando faz, faz bem").
A determinação vem aos soluços, mas não quero perder esta oportunidade. Tenho que fazer por mim... a minha experiência de vida dá-me algum receio... o entusiasmo pode virar fadiga, ou não fosse eu a virada do avesso pisciana que tem horrores a quotidianos, ou repetições...
É claro que a maturidade vai vindo, mas o desafio é grande...
Assentemos os pés e caminhemos, caminhando!